Para quem goste de vinhos brancos é quase obrigatório conhecer este Quinta do Regueiro Reserva 2009.domingo, 14 de março de 2010
Quinta do Regueiro Reserva 2009
Para quem goste de vinhos brancos é quase obrigatório conhecer este Quinta do Regueiro Reserva 2009.segunda-feira, 1 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Os ciganos do Alandroal

O restaurante é na forma de um pateo alentejano, onde se podem ver como decoração algumas cordas com roupa a secar... gostos típicos alentejanos, digo eu.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Radio Voxx
Tira os olhos d'aveia ócavalo
A Soraia e o Antonio Pedro Vasconcelos

domingo, 24 de janeiro de 2010
Salitre!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Um grande almoço!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Jantar de Reis
Tive ontem o meu jantar de Reis, um jantar nada tradicional pois comi lasanha, uma lasanha caseira!quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Restaurante O FILIPE

Sempre que fui lá jantar nunca fui mal servido nem nunca jantei mal, é um sitio que podemos confiar sempre na qualidade de todos os produtos.
Depois de uma prévia reserva de mesa, que aconselho, foi-nos servido um melão com presunto que combinava na perfeição, o melão estava doce e ligeiramente fresco o presunto era de cura de frio, e quase que arrisco a dizer que se tratava de um reserva 15 meses.
Enquanto degustávamos o presunto, trouxeram-nos uns sonhos de bacalhau, um pãozinho quente, uns camarões ao alho e umas gambas que estavam deliciosas, apesar de eu achar um bocadito carote pagar 15€ por 6 gambas(300gramas).
Depois de termos devorado as entradas, decidimos apenas pedir Miminhos de Boi, pedaços de lombo de boi enrolados com bacon, servido com batatas fritas e grelos, uma delicia...
Para beber decidimos beber Quinta do Ameal Loureiro, que estava fabuloso, e como uma garrafa é sempre pequena, bebemos também meia garrafa de muralhas que surpreendeu tudo e todos.
É apenas de lamentar os preços praticados na carta de vinhos... a sabedoria popular costuma dizer que " é nos vinhos onde os restaurantes ganham dinheiro", mas já é tempo para acabar com isso e ter uma carta de vinhos com pelo menos 2 vinhos por região a preços acessíveis.
Pedimos cafés e conta e pagamos 66.5€
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Li no twitter ...
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Um dia triste para gastronomia Portuguesa
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Café Valadares - Caminha
Arrancamos de Viana do Castelo no meio de uma autentica tempestade, mas á medida que nos dirigíamos para norte o clima ia melhorando o que para mim foi logo uma perspectiva de bons pronuncios.
Chegados a Caminha foi muito fácil dar com o sitio, é só virar á direita depois do Hotel, no fim da rua á esquerda e depois é só seguir o sentido obrigatório.
Mal nos sentamos fomos interpelados por uma senhora que inspirava extrema confiança, acomodou-nos, entregou-nos as ementas e começamos a ler aquilo que poderíamos degustar:
Tínhamos camarão da costa com um aspecto delicioso, uns mexilhões frescos, umas ameijoas que ainda mexiam os olhinhos, uma salada de búzios do mais elevado gabarito, umas navalheiras fresquíssimas e com um aspecto delicioso.
Decidimos pela salada de búzios, seguida por uns mexilhões ao vapor e umas ameijoas á Bolhão Pato, tudo simplesmente delicioso...
Para terminar foi-nos servido um creme de camarão, totalmente caseiro, nada daqueles cremes de camarão onde a base é feita com aqueles molhos de pacote... tudo caseirinho e quentinho, pois o frio lá fora já era muito.
Bebemos uns finos muito, mas mesmo muito bem tirados!
Depois dos cafés pedimos a conta e pagamos 60€, o que me leva a concluir que já não vale mesmo a pena atravessar o rio para ir comer marisco...
domingo, 29 de novembro de 2009
A mesa dos Quatro Abades

Depois da refeição fomos visitar um local que se não fica no fim do mundo, fica bem lá perto!
A mesa dos Quatro Abades é um sitio a visitar, pois as vistas são do outro mundo.
Aqui fica a explicação da existencia de tal dita mesa, tirada do site www.pontedelima.com
"O Livro do Tombo da freguesia de Calheiros, no ano de 1775, já cita a Mesa dos Quatro Abades. Consta de uma mesa em granito que se apoia no marco divisório das freguesias de Calheiros, Cepões, Bárrio e Vilar do Monte. O dito marco tem quatro faces onde estão gravadas as iniciais do nome da freguesia a que corresponde a mesma face.
Ao lado da mesa há quatro assentos, também em granito, colocados de tal modo que os respectivos abades sentavam-se dento do seu território à mesma mesa. Daí vem o nome de "MESA DOS QUATRO ABADES".
Atendendo a que S. Sebastião é o advogado contra a fome, peste e guerra, o povo invocava-o contra estas pragas. Para isso, fazia o chamado "Cerco à Freguesia".
Em dia combinado, saía da igreja paroquial a procissão de S. Sebastião, cuja imagem era transportada ao colo dos homens, e dirigia-se aos marcos divisórios com as freguesias vizinhas, percorrendo marco a marco até fazer o cerco à freguesia, pedindo a sua protecção para o território paroquial.
Chegados ao marco comum das quatro freguesias, o povo descansava e tomava a sua refeição, sem sair do seu território.
Os abades, que eram também presidentes da Junta, sentavam-se nos assentos correspondentes a cada freguesia e mesa comum.
Aí discutiam, debaixo dos olhares das imagens de S. Sebastião, os litígios entre freguesias, servindo os párocos-presidentes de neutros moderadores.
O pároco, sempre que o julgava necessário, ia consultar o seu povo.
No final, os párocos comunicavam os resultados das suas conversações e continuavam com o Cerco até ao ponto de partida."
A Taberna do Afonso
Chegados ao restaurante tínhamos á nossa espera a mesinha e alguma indignação por parte da dona por não termos escolhido a refeição.
De entrada foram servidas umas azeitonas pequeninas e bem bravas, azeitonas que me viciam o palato e que eu as como compulsivamente, um cesto de pão de milho, daquele que ainda é feito á moda antiga e quase de certeza em forno a lenha e para terminar o "ramalhete" foi servido um chouriço de carne assado na brasa que reuniu fez as delicias dos convivas.
Depois de alguma espera, chegou-nos á mesa uma travessa com quatro postas de bacalhau assado na brasa, coberto com um manto de cebola e afogado num azeite de excelente qualidade. É difícil comer bacalhau assado na brasa com esta qualidade, o bacalhau estava no ponto, nem muito demolhado nem muito salgado, sei que por vezes existe dificuldade em atingir tão elevado grau de perfeição, mas desta vez tive a sorte de o bacalhau ter sido servido de uma forma tão perfeita.
Para sobremesa, decidimos comer um pão de ló, que segundo rezam as cronicas é feito de uma forma artesanal pelo cunhado da dona, e como o pão de ló estava simplesmente divinal nós simplesmente acreditamos nos dotes culinários do senhor.
Para acompanhar o repasto decidimos escolher um espumante bairradino das caves aliança que acompanhou o bacalhau muito bem.
Pedidos os cafés e a conta, pagamos 96€, que para o serviço que a casa oferece está um bocadinho fora de preço, mas nada com que não se aguente duas ou três vezes por ano.




