segunda-feira, 5 de abril de 2010

Batô, Leça da Palmeira


Por muito que o tempo passe e a idade nos pese nas pernas, existem sítios que fazem sentido ir quando nos apetece ouvir boa música!
Sítios onde nos sentimos em casa, sítios onde as pessoas são amistosas e tratam-nos bem e como velhos amigos.
No Sábado decidi voltar lá!
O Batô sofreu algumas obras, afinal já leva 38 anos de idade, mas no essencial tudo continua igual ao velho convés de uma caravela que continua a navegar ao ritmo da boa música de índole mais alternativa. Hoje em dia a clientela já é mais jovem, embora por vezes ainda se encontrem por lá alguns saudosistas que ainda preferem o som das guitarras aos ritmos dos órgãos mágicos da música de dança.

Largo do Castelo 13 - Leça da Palmeira
4450-631 LEÇA DA PALMEIRA
Distrito: Porto
Concelho: Matosinhos
Freguesia: Leça da Palmeira
Contactos Telefone
229953405

quarta-feira, 31 de março de 2010

CiCoNia

Por vezes quando menos se espera, encontram-se vinhos que nos surpreendem pela positiva, ou porque são vinificados de uma forma diferente ou porque são feitos com uvas de castas pouco usuais.
O vinho que me acompanhou ontem, foi vinificado normalmente e usou uvas das castas Aragonês, Touriga Nacional e Trincadeira, tudo espécies que qualquer um dos consumidores já ouvi falar.

O vinho em causa chama-se Ciconia Reserva 2008 ! Ciconia é a designação em latim de Cegonha Branca que tem como um dos seus principais habitats o Alentejo.
O vinho apresentou-se no copo com uma cor escura, com um aroma ainda bastante fechado o que me leva a crer que decantar este vinho e areja-lo um par de horas antes do o beber só o irá tornar ainda mais aprazível.
Na boca, encontramos sugestões de fruta madura e conseguimos perceber que o casamento com a madeira foi um enlace bastante feliz. É um vinho bem estruturado com taninos firmes que lhe dá longevidade e uma persistência em fim de boca.
O vinho acompanhou muito bem um frango no churrasco sem picantes, mas pode ser um fiel companheiro para carnes de forno ou mesmo para queijos.
Adquiri a minha garrafa no super mercado do El Corte Inglês por 6.5€,o que é um excelente preço para a qualidade do vinho.


segunda-feira, 29 de março de 2010

O meu Porto de Abrigo



Quando se anda em passeio por Moledo do Minho, e se aproxima a hora da refeição é, pelo menos para mim, difícil resistir ao chamamento do restaurante Ancoradouro.
Sou cliente do Restaurante Ancoradouro , quase desde o primeiro dia, ainda me lembro quem me recomendou o restaurante pela primeira vez, recordo-me quem foi o meu ilustre companheiro de degustação, assim como o que comi de entrada. Existem sítios que marcam!
Ontem em Moledo nem hesitei, sabia que o Ancoradouro seria a melhor opção para um sossegado almoço de Domingo.
Sentado á mesa, decidi confiar mais uma vez nas recomendações do Sr Alfredo, que recomendou a Posta á Mirandesa! Quando se confia é difícil dizer que não!

Para entrada, foi servido um chouriço na brasa que cumpriu, assim como uma alheira na brasa que estava deliciosa, fico com pena de as azeitonas serem vulgares.
Para beber optamos por água, refrigerantes e depois uma cerveja, devido aos acontecimentos da noite anterior o vinho não iria ser um feliz companheiro.

O serviço ontem não esteve nos seus melhores dias, não por culpa do Sr Alfredo, mas da cozinha que estava a demorar a mandar cá para fora as iguarias pedidas, suponho que fui o ultimo a chegar e pela lógica o ultimo a ser atendido, mas nada de alarmante!

A posta á mirandesa foi servida acompanhada por batatinhas assadas e a murro, e por uma travessa de legumes salteados, tudo muito bem confeccionado e levemente regados com azeite de boa qualidade. A carne estava no ponto, tenrissima, estava suculenta, estava "bloody" estava ao meu gosto. Bendito seja aquele que consegue transformar um pedaço de carne barrosã num manjar dos Deuses!

Para sobremesa foi servida uma salada de frutas frescas, cortadas na hora e com a opção de uma bola de gelado de manga a acompanhar.
Pedimos café e conta e pagamos por um almoço para duas pessoas 51.55€, sei que não é um preço muito acessível, mas dias não são dias e as vezes apetece algo especial.


Ancoradouro
Rua João Silva 522-r/c
4910-264 Moledo
Tel: 258 722 477
Encerra à segunda-feira de 1 de Julho a 31 de Setembro. Abre à sexta, sábado, domingos e feriados, de 1 Outubro a 30 Junho

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Galucho


Fui desafiado por um ilustre utilizador da rede twitter para experimentar a gastronomia da região de Paredes. Como sou um curioso e adoro comer bem, nem hesitei em sair de casa para me aventurar em terras que são para mim totalmente desconhecidas.
Saí do Castelo da Maia em direcção a Paredes com a ajuda do google maps e de um GPS, preparado para encontrar o tão afamado restaurante Galucho! Tínhamos como ponto de referencia a freguesia de Beire e se não fossem os acessos parecerem caminhos de bouça tínhamos chegado mais rapidamente, mas também entendo que a chuva tem esburacado muitas estradas.

Encontramos o restaurante e ficamos de boca aberta a ver a quantidade de carros que existiam na rua, mas olhando para dentro do restaurante só víamos mesas vazias. Decidimos entrar e verificamos que o restaurante opera numa sub cave.
A sala é fraquinha e totalmente desaquada para o tipo de gastronomia que lá servem.

Sentados, e com a lista á frente pedi um espumante Aliança tinto bruto, e qual não foi o meu espanto quando o empregado gritou para dentro do balcão a perguntar a ver se havia... a resposta foi negativa e ele apressou-se a recomendar um espumante de nome Silvoso, eu já estava por tudo e decidi aceita a sugestão.
O vinho espumante foi-nos apresentado da forma que a fotografia mostra. O espumante era extremamente gaseificado e sem alma, sem cheiro, sem nada.
De entrada serviram-nos língua de vaca com grão de bico, orelheira e moelas! Para a refeição escolhemos aquilo que eles chamam a "panela da avó" que não é mais nem menos que uma panela de cobre com um grelha em cima para que se asse a carne em cima da mesa.
A carne é apresentada fatiada muito fina e temperada apenas com sal, não estava má mas não trouxe novidade nenhuma ao meu panorama gastronómico, o problema era o cheiro a fumo e a comida que tresandava dentro do restaurante. Imaginem uma cave, sem exaustão de fumos e onde os pratos servidos são carnes assadas na pedra e em grelhas em cima das mesas, o fumo era muito e os cheiros davam cabo de qualquer banho.


Não pedimos sobremesa, e tentamos sair rapidamente do restaurante e na saída deparo com este cachecol !!!
Aproveito para deixar um conselho ao dono do restaurante, para sempre que ele vá a Fátima que reze muito, mas mesmo muito para que a ASAE não lhe entre pela porta dentro e lhe feche o restaurante.

quinta-feira, 18 de março de 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Tasca o Gasparinho


Depois de uma grande almoçarada em Melgaço nada melhor que rumar a Ponte do Lima para dar um passeio pelo seu centro histórico, e foi o que se fez no Sábado passado, decidimos passear para desgastar o almoço.
Enquanto passeávamos pelas ruas da mais antiga vila de Portugal, para mostrar de onde era libertada a tão afamada "vaca das cordas" fomos dar como que por acaso com a Tasca Do Gasparinho, que apesar de já não manter a sua original gerência, ainda mantêm um índice qualitativo elevado.

Entramos a medo, e decidimos beber um copo de verde branco e comer um bolinho de bacalhau, sempre me disserem que beber sem comer faz mal. Como que por azar não tinham sido fritos bolinhos de bacalhau nesse dia, então mantivemos o verde branco e pedimos um pratinho de rojões.

Fomos presenteados com uns rojões simplesmente deliciosos, tenrissimos, extremamente bem temperados, mas sem estarem agressivos, o verde branco servido em "flute" estava fresquíssimo e cumpria com os requisitos exigidos para a altura.

Éramos 4pessoas, foram pedidos também uma garrafa de água e uma coca cola, bebeu-se uma garrafa de vinho mais dois copos e por fim pagamos 6€!!

Mac donald´s para quê???

Café Jardim - Melgaço

O Alto-Minho é por excelência uma óptima região para se almoçar! É quase impossível entrar em alguma tasquinha ou restaurante e ser mal servido! Em Melgaço existem varias referencias gastronómicas a restaurantes que fazem parte de todos os roteiros turísticos, e garanto-vos que não serão esses que terão tempo de antena aqui.

Vou falar-vos de um sitio onde vão os trabalhadores almoçar, onde as pessoas da terra param para beber um café ou mesmo um copo de vinho e onde alguns "estrangeiros" vão de propósito para almoçar ou lanchar e beber um bom alvarinho.

O Café Jardim é um café restaurante gerido pela família Rodrigues, onde apesar de todos terem o seu emprego ainda fazem uma "perninha" a trabalhar no restaurante.

Quando se chega lá e se tem sorte de arranjar mesa sem ter de esperar, temos como entradas broa caseira e presunto e as vezes uns enchidos locais, há também sopa de legumes e caldo verde.

Na época dela há sempre lampreia, que apesar de eu não ser apreciador deve ser um prato muito bem confeccionado, pois estão sempre algumas mesas a degustar o dito ciclóstomo. Há também na época dele o Sável, sempre muito fresco, bacalhau á moda de Braga sempre acompanhado com batatinhas fritas em cebolada ou então acompanhado com arroz malandrinho de feijão.

Na carne o Café Jardim é famoso pelo seu cozido á portuguesa, assim como pela sua feijoada, que por norma é servida de entrada enquanto se espera pelo bacalhau! Sendo um restaurante minhoto também se podem degustar uns bons rojões assim como um bom arroz de frango de cabidela! Existe também a possibilidade do cabritinho no forno e para os mais cuidadosos com a saúde sempre podem optar por uma costeleta de vitela grelhada ou um bifinho.

As sobremesas, são á base de fruta da época ou então um cheesecake ou um leite creme tostadinho na hora.

Para beber opto sempre pelos alvarinhos da casa, o Casa de Canhotos ou então o Moradia, ambos oferecem-me garantias de extrema qualidade.

É tradição beber o café ao balcão, por isso não espere que lhe sirvam o café á mesa. Pedida a conta e se não se aventurar nas lampreias nem no sável é normal pagar-se cerca de 12.5€ pessoa. Justíssimo!


Experimentei no Casa de Canhotos 2009 e achei-o muito alcoólico no nariz, mas depois com o evoluir no copo tornou-se mais aromático.É um alvarinho sério, clássico e com um final longo. Talvez tenha sido colocado muito cedo no mercado, ainda merecia mais 1 mês de garrafa, mas não deixa de ser um óptimo exemplo de um alvarinho de Melgaço

domingo, 14 de março de 2010

Quinta do Regueiro Reserva 2009

Para quem goste de vinhos brancos é quase obrigatório conhecer este Quinta do Regueiro Reserva 2009.
Apesar de ainda só ter 3 semanas de garrafa, já se pode ter uma noção da grandiosidade deste vinho! Ainda muito fechado nos aromas, mas com tudo aquilo que é necessário para ser um grande vinho. Este vinho é daqueles que não engana.
Notas de Prova:
Aroma a despontar com algumas sugestões a frutas dos tropicos, límpido, cristalino e vigoroso. Fresco e muito mineral. Volumoso e poderoso.
Um Alvarinho a seguir atentamente.

segunda-feira, 1 de março de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Os ciganos do Alandroal


No fim de semana que antecedeu o Carnaval, eu e mais um grupo de fervorosos gastrónomos, decidimos rumar a sul para provarmos novos sabores alentejanos.
Desta vez escolhemos ir ao Alandroal, jantar ao muito afamado restaurante " Maria " .

O restaurante é na forma de um pateo alentejano, onde se podem ver como decoração algumas cordas com roupa a secar... gostos típicos alentejanos, digo eu.

Ao comunicar a nossa chegada ao restaurante, reparei que a tinham destinado para nós duas mesas, achei aquilo desagradável e juntamente com outras pessoas decidimos pedir para tentar colocar tudo numa mesa só, o pedido foi acatado com um bocadinho de má vontade.

Depois de estarmos sentados apareceu uma personagem, que devia ser o dono, com uma conversa de vendedor de banha da cobra a tentar impingir tudo e ainda mais alguma coisa, e vociferando inverdades pela boca fora, chegando mesmo a dizer que tinham estado lá pessoas a almoçar que estavam a 700kms de distancia! Um verdadeiro malabarista!

Ao ver tamanho circo, decidi pedir a carta dos vinhos, coisa que só me foi dada ao fim de muita insistência! Confesso que já não me lembrava de ter a sensação de que ia ser "roubado" num restaurante.Decidimos pedir vinhos da casa, a 10€ a garrafa, preço que achei elevado, acho que um vinho da casa num restaurante não devia passar os 5€.
A comida servida dividiu opiniões, apesar de eu ter apreciado bastante a perdiz, que apesar de ser de aviário (mas servida como se fosse de caça) estava bem confeccionada, assim como o pato em vinho tinto.
O serviço é apenas comparado ás bancas dos ciganos nas feiras, apesar de eu me sentir menos enganado pelos ciganos.
A Maria no Alandroal é na minha opinião um sitio a evitar!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Radio Voxx

Uma homenagem ás frases que serviam de "separadores" da rádio que a minha geração ouvia.

Tira os olhos d'aveia ócavalo

Sou pecador e tu vais-me tramar, não vais, Deus?...

Se gosta de carapaus de um dia para o outro, passe por cá amanhã...

obrigado, querida. depois, diz à mamã que o papá fica a fazer serão até mais tarde... VOXX, a rádio da Melinha!

0ooh Melinha, Melinha? anda cá, filha... traz essa lancheira ao papá.

Não confundir a obra prima do mestre com a prima do mestre de obras

Parecendo difícil isto não é nada fácil

A Soraia e o Antonio Pedro Vasconcelos


Ontem fui ver a ante estreia do filme " A bela e o paparazzo ", confesso que não ia á espera de um grande filme, mas ao contrario de muitos cinéfilos que só sabem dizer mal do cinema português mesmo sem ver os filmes, eu gosto de os ver para depois dizer de minha justiça.

Foi para mim uma alegre surpresa ver trabalhar o trio Nuno Markl, Marco d´Almeida e o Pedro Laginha, assim como a participação especial do Ivo Canelas, que para mim se está a tornar um caso sério do cinema nacional, fiquei com essa impressão desde o "Mistério da estrada de Sintra".

Os textos para estes actores estavam, na minha opinião, muito bem "esgalhados",as piadas fizeram-me rir a mim e a todo o cinema, o Markl faz um personagem que quase se podia colar a ele na vida real, o Pedro Laginha, também está muito bem, embora seja uma personagem com pouco para dizer.

O Marco D´Almeida limita-se a contracenar com a "vedeta" o que não o ajudou.

Quanto á Soraia Chaves, apenas tenho uma coisa a dizer, muito, mas mesmo muito mau!

Não gostei da personagem do Nicolau Breyner, nem da Maria João luiz, achei tudo muito forçado!

Um colega chamou-me atenção para o Fiat Punto cinzento que aparece 3 vezes no filme...podiam arranjar carros diferentes para fazer figuração.
Uma menção especial para o cão que entra filme... um grande cão actor!
Acho que todos devem ver o filme, quanto mais não seja para verem o exemplo de uma péssima actriz.


domingo, 24 de janeiro de 2010

Salitre!




Ainda existem restaurantes que me surpreendem pelo positiva.

O dia convidava a passear, fiz um telefonema decidimos passear e experimentar um restaurante que me tinham falado anteriormente.
Tinham-me falado num restaurante numa aldeia piscatória de nome Vila Chã, e sem demora decidi ir experimentar.
O restaurante chama-se Salitre e fica na avenida dos banhos nº10, em frente ao mar.
Chegamos cedo ao restaurante e tivemos o privilegio de puder escolher uma mesa mesmo em cima das ondas, onde podemos desfrutar de uma excelente vista.
A mesa estava posta com uns toalhetes a imitar o papel que se usava nas antigas "vendas de bacalhau" o que dava um aspecto engraçado á mesma.

Como entradas foram servidas umas tostinhas e um patê ainda a cheirar a mar que faziam dueto com umas azeitonas de qualidade média. Para entrada ainda decidimos pedir um polvo á galega, estava com uma textura excelente e um bom sabor, apesar de eu ter achado que o cozinheiro foi poupado no colorau e no azeite.

Para prato principal foi servida uma massada de tamboril, que estava divinal, um óptimo sabor, sem estar forte nem com excessivo picante que por vezes é usado para disfarçar os sabores.

Além do tamboril, a massada trazia também umas ameijoas e uns mexilhões óptimos.

A massada veio á mesa servida na própria panela onde foi confeccionada, mas tudo com uma
apresentação divinal.
A sugestão do vinho foi infeliz, bebemos um branco de 2007 Douro de nome "fraga da galhofa" que foi totalmente "abafado" pelos sabores intensos da massada.

Fiquei contente em ver que a carta de vinhos tem preços acessíveis e que podemos beber um óptimo vinho sem nos sentirmos "roubados"!
Serviço atento e eficaz!
Pedidos os cafés e a conta, pagamos 45€, sendo que 8€ foram para o polvo e 9.5€ para o vinho!

Restaurante a recomendar ao melhor dos amigos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Um grande almoço!


Outro dia fui convidado para um almoço em casa de pessoas de família, quando se trata de almoçar em casa de pessoas com pergaminhos gastronómicos, eu arranjo sempre tempo para comparecer.
Antes de sair de casa, coloquei debaixo do braço uma magnum de Chaminé 2008 e lá fui eu a caminhar para o local do repasto.
Na mesa encontrei enchidos regionais de muito boa qualidade da zona da serra da estrela e de Montalegre, o dono da casa tratou logo de abrir um espumante Terras do Demo Bruto 2006 para que o namoro fosse de paixão...
Entretanto na cozinha a azafama tendia a diminuir, as pessoas responsáveis já provavam entre elas e temperavam para que nada saísse mal, e eu tentava satisfazer a minha curiosidade, mas nada conseguia ver...
Chega a ordem de sentar... e qual não foi o meu espanto quando vi aparecer uma cabidela de frango como mandam os pergaminhos das mais conceituadas tradições gastronómicas portuguesas.
Servi-me e comecei a provar... simplesmente delicioso, confesso que já não me lembrava de comer tão deliciosa cabidela, frangos caseiros, alimentados a milho e verduras e cozinheiras capazes de os transformar em tão delicioso petisco.
A acompanhar bebi um verde branco de nome Camélia de autoria do Anselmo Mendes que se comportou bem.
Depois de umas sobremesas, pão de e aletria, foi servido um The Balvenie Port Wood de 21 Anos... Que bom foi bebericar e no final sentir o travo do nosso vinho Porto.

Confesso, Sou um privilegiado