quinta-feira, 21 de abril de 2011


Mais uma vez volto a dizer que gastronomicamente sou um homem de sorte!
Tenho no meu circulo de amigos grandes cozinheiros e cozinheiras, pessoas fabulosas que brilham ainda mais do que muitas estrelas Michelin.

Desta vez o prato era um frango assado no forno, recheado com uma carne picada envolta num molho de fazer inveja a alguns anjos do céu. O frango, segundo rezam as cronicas, foi para o forno as 3 da tarde para sair de lá novamente as 20h.
Confesso que sempre dava uma dentada naquela carne tenra e suculenta, ficava com a sensação de que estava a pecar, que nesta altura pascal não vinha muito a calhar.



Para beber, eu e a Chef autora do prato, optamos por um tinto do Douro, Tons de Duorum 2009, que fez uma maridagem perfeita com o prato servido.
Para terminar só posso desejar longa vida a esta senhora que me faz cometer o pecado da gula sempre que cozinha de uma forma maravilhosa.
Um grande bem haja!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O lagar


Todos os anos falava que tinha de experimentar o restaurante o Lagar nos Arcos de Valdevez, e todos os anos mudava de rumo na ultima da hora.
No Sábado decidi que iria lá jantar, telefonei, reservei mesa e arranquei para o vale do Vez.

O restaurante fica no centro da cidade, num antigo lagar de vinho, tem uma decoração castiça de cariz minhota e com mesas corridas a fazer lembrar as "tascas" do antigamente. Funciona também com serviço de balcão para almoços e jantares, o que se entende pois a capacidade da sala é apenas para 25 pessoas.

De entrada foram servidas umas pataniscas, que estavam boas e uns rissóis de carnes que eram fraquinhos, juntamente com as entradas serviram uma fatia de queijo que os apreciadores disseram maravilhas dele. Para terminar as entradas foram servidas umas gambas fritas muito vulgares.

Para jantar pedimos uma espetada mista com batata a murro e legumes!
A espetada estava muito bem confeccionada, o lombo de porco estava tenro e com um tempero fabuloso, a carne de vitela estava mais rija, mas bem apaladada, de certeza que a vitela deve ter mentido na idade, pois já devia ser uma vaquinha velha.

Para beber optamos por um vinho da região recomendado pelo Sr. Abílio, que além de dono é a alma da casa.
Não pedimos sobremesa, depois dos cafés a conta foi de 35€ para duas pessoas e pagamos 7.5€ de vinho , que nos pareceu justíssimo.

O Lagar
R. Dr. Vaz Guedes 45
4970 Arcos De Valdevez
258 516 002

quarta-feira, 13 de abril de 2011

MAGISTRA ( L )

Não sou grande apreciador de aguardentes velhas, gosto da tradicional Adega Velha e de vez em quando beberico CR&F.
Ontem depois de um jantar com os novos vinhos do Esporão, foi-me dado a provar a aguardente velha Magistra, proveniente da única zona demarcada de aguardentes portuguesa, a Lourinhã.
É verdade, Lourinhã juntamente com Cognac e Armagnac formam as únicas zonas demarcadas do mundo para produzir aguardente de alta qualidade.
A Magistra que provei, tinha um aroma brutal, violento , forte... Um aroma capaz de desentupir qualquer nariz constipado, depois na boca deslizava como uma pena em cima de lençóis de seda.
É pena que custe 120€... mas vale.

sábado, 9 de abril de 2011

O pão doce da Pascoa



Pão doce no forno a cozer lentamente.
Fogueira feita na entrada do forno para não deixar que a temperatura desça e para também dar uma cor tostada ao pão doce.


"O Pão Doce de Vila do Conde era tradicionalmente confeccionado, por alturas da Páscoa, nos fornos a lenha das casas agrícolas onde era cozida a broa de milho. Oferecido como Folar aos afilhados que, em Domingo de Aleluia, visitavam os padrinhos, servia também para " pagar" pequenos favores a quem se incomodava durante o ano ou, muito simplesmente, para reconhecer a estima que se nutria por alguém. Noutras alturas, como no Natal e festas de família, a dona da casa sempre fazia uma fornada de Pão Doce." retirado daqui.



Ontem, ou melhor, já hoje de madrugada cozeram-se varias fornadas de pão de doce, eu estive lá a ver e a provar.

segunda-feira, 28 de março de 2011

O peixe galo


Já aqui escrevi sobre o Restaurante Salitre em Vila Chã, confesso que gosto muito do estilo de cozinha, vou lá muitas vezes comer um peixinho ou simplesmente para comer uns petiscos por eles confeccionados.

As minhas 3 ultimas refeições tinham sido peixe, mas nesse dia tinha acordado com vontade de comer um peixe galo, liguei para o restaurante, e fiquei
de sorriso de orelha a orelha quando do outro lado me garantiram o peixe.

O peixe galo foi servido frito, acompanhado com um arroz de tomate, arroz que trazia as milhas do peixe a acompanhar. Um manjar dos Deuses! Uma maravilha!

Para beber levei para prova um Quinta do Regueiro alvarinho-trajadura com a acidez exacta para fazer uma maridagem perfeita com o prato.
Mais uma vez não tive capacidade para comer sobremesa, pedidos os cafés e a respectiva conta pagou-se 40€ (para duas pessoas).

terça-feira, 22 de março de 2011

O rei vai nú...


Era um jantar de convívio!

Um jantar para homenagear uma aniversariante

Um jantar para encontrar pessoas que vemos menos vezes durante o ano, um encontro descontraído com gargalhadas e boa disposição á mistura.

O sítio escolhido foi um restaurante de nome “Pai Ramiro” que segundo consta são uns dissidentes da afamada casa “Aleixo” que é mundialmente famosa pelos seus pratos de polvo.

A sala apesar de estreita estava bem arranjada e acho que ninguém se sentiu apertado.Alem do pão, foi servido como entrada um polvo laminado muito bom, assim como umas pataniscas fofinhas e com algum bacalhau.

Para jantar os pedidos variaram entre a costeleta arouquesa e os filetes de polvo.

Eu comi a costeleta arouquesa, que me foi apresentada já desossada e empratada, como acompanhamento decidiram carregar o prato com batatas fritas á inglesa, que apesar de algumas estarem ligeiramente queimadas, estavam boas. A carne estava saborosa embora estivesse um bocadinho dura.

Não provei os filetes de polvo mas quem provou gostou. O prato trazia um filete de polvo de dimensões generosas, acompanhado com uma salada e um arroz de polvo “albino” ou seja branquinho como a cal. Sempre pensei que casas como esta fizesse o arroz do polvo com a água de cozer o mesmo.

A carta de vinhos, apesar de organizada estava totalmente desactualizada, ou seja vinhos muito velhos e sem qualidades para envelhecer em garrafa. Quando vi um vinho regional Minho de 2005 a ser aberto pensei que iria ser o caos, por sorte o vinho estava bom, embora o estilo não tivesse agradado á maioria das pessoas.

Tentei pedir um vinho equilibrado no preço e na qualidade mas todos os preços eram disparatados, coisas totalmente sem nexo. Lá consegui pedir um vinho do Douro de 2005, que estava bebível. A maioria das pessoas bebeu Crasto 2008 que não constava da carta mas foi sugerido pelo dono do restaurante. Não gostei também do ar trocista do sr., que mandava sempre um boca desajustada sempre que eu pedia uma garrafa de água.

Embora não tenha comido sobremesa, tudo pareceu ter bom aspecto.

Pedidos os cafés e a conta pagou-se 30€ por pessoa o que na minha opinião foi desajustado e muito caro. Para quem já foi "rei e senhor" na casa Aleixo, agora anda em muito baixo de forma.

Pai Ramiro

Porto, Rua Nova de S. Crispim, 286

terça-feira, 15 de março de 2011

Um bom almoço!


Sempre gostei de cabrito grelhado na brasa!
Este não estava mau!

O Tiago fez anos...

A mamã do Tiago fez o Bolo

segunda-feira, 14 de março de 2011

Monte da Raposinha 2009

Não imaginam o quanto eu fico feliz quando provo um vinho que me surpreende!

Por vezes existem vinhos que apesar de serem excelentes, não acrescentam nada de novo ao painel de provas português. Desta vez o vinho em prova foi o Monte da Raposinha tinto 2009 que me deixou de queixo caído! Um vinho Fabuloso.

O Monte da Raposinha reúne as seguintes castas na garrafa Touriga Nacional, Aragonês, Alicante Bouschet, Syrah e Trincadeira, que depois de vinificadas dão origem a um vinho aveludado e cheio de aromas bem vincados. Não se assustem com os 14.5º de álcool!

É um vinho para acompanhar uma refeição de carne vermelha, merece ser mimado com uns bons copos e uma correcta temperatura de serviço.

A experimentar! Sem dúvida!

domingo, 6 de março de 2011

Francesinhas em Gaia



Raramente digo que não a um desafio gastronómico, e então quando é para ir á procura do “santo graal” das francesinhas, transformo-me logo num cavaleiro templário pronto a partir para a terra santa.

O destino desta vez era o Tappas Caffé em Gaia,

ali para os lados do Candal, onde me diziam que eu provavelmente iria comer a melhor francesinha do mundo em forno a lenha. Chegamos ao local e verificamos que existiam pessoas á nossa frente e que o espaço estava á pinha, o que ainda me elevou mais as expectativas e fez-me crescer mais água na boca. Fomos recebidos pela gerência que muito simpaticamente nos pediu para aguardar, aguardamos cerca de 30 minutos.





Mesinha pronta!

Na mesa fomos recebidos por uma salsicha envolta num molho delicioso e por um pãozinho fatiado que acompanhava na perfeição, mas pedia um copo de cerveja fresca. Foi-nos sugerido beber uma “leiteira”, uma caneca de alumínio gelada com cerveja de pressão lá dentro, apesar de eu da próxima vez que lá for querer experimentar com uma Heineken.


Foi-nos servida uma francesinha “especial com ovo” que estava óptima, embora na minha opinião o pão devesse estar mais crocante, pois com o molho e com a abundância de queijo, o pão parece que se transformou numa papa. Os ingredientes eram de boa qualidade, assim como o serviço e a apresentação do prato em si!

Sem duvida um sitio a ir!

Sem sobremesa pedimos a conta e pagamos 17€ pessoa, o que na minha opinião é um bocadinho caro para quem come francesinhas, mas se tivermos em conta que cada “leiteira de cerveja” custa 2.2€ e foram pedias quatro…

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O vinho acompanha bem o quê?

Por vezes os usos e costumes obrigam-nos a beber certos vinhos com determinadas “comidas”! Eu chamo a isso uma ditadura gastronómica que é preciso acabar de vez.
As pessoas têm de se mentalizar que o melhor vinho do mundo é aquele que nos sabe bem em determinada situação, passo a explicar:

- Por vezes peço um prato de carne e o Sr. do restaurante apressa-se logo a recomendar um tinto… tudo bem que ele está a fazer o seu trabalho, está a sugerir segundo aquilo que é usual acontecer, mas se ele sugerisse um alvarinho fermentado em madeira ou mesmo um dão com alguma idade, será que o prato de carne iria perder protagonismo? Será que o protagonismo iria todo para o vinho? Ou iríamos ter uma boa maridagem?

Existem outras situações onde o cliente pede um arroz de marisco, pede um vinho branco de nome e a seguir recomenda o empregado para que o prato seja bem picante… nestes casos e na minha opinião mais vale beber agua ou cerveja, pois com a boca a arder não se vai conseguir extrair nenhuma das qualidades do vinho.

Os clientes devem beber aquilo que gostam, mas por vezes para mostrar que se é bem sucedido na vida cometem-se certos desvarios que só satisfazem quem vende o vinho.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os vinhos nos restaurantes

Sempre fui da opinião que sempre que a carta de vinhos do restaurante for de preços exagerados, nós como clientes devemos pedir sempre outra bebida qualquer, nem que seja coca-cola ou cerveja.

Tudo bem que os restaurantes têm de fazer investimentos nos copos, é preciso pagar aos funcionários e por vezes o vinho não “roda” da forma desejada e por vezes transforma-se num “mono” na garrafeira do restaurante. Ou por vezes as pessoas aparecem já com o gosto formatado e só sabem pedir “muralhas” ou “monte velho”, as vezes ainda variam pelos vinhos da Aveleda ou da Sogrape mas nem sequer se dão ao trabalho de ler a carta e ver se existem coisas novas ou mais atraentes. Será que têm medo das novidades? Será que se sentem felizes em conhecer apenas 3 ou 4 tipos de vinhos?

Existem alguns “donos” de restaurante que pensam que as pessoas não estão por dentro dos preços de mercado e cobram pequenas “fortunas” por vinhos básicos e corriqueiros o objectivo é ganhar tudo de uma vez só, será que ainda não perceberam que se o vinho for acessível as pessoas bebem mais um bocadinho, se estiverem um grupo em vez de pedirem 2 garrafas podem pedir 3 ou 4? Ou até mesmo pedir vinhos diferentes para as entradas e para a refeição.

Certa vez num restaurante italiano bem famoso aqui no burgo, o “dono” do dito começou a gabar a sua garrafeira e a fazer-me sugestões, eu comecei a ler a carta de vinhos e encontrei um vinho que num supermercado custa 3€ a ser vendido por 15€… claro que demonstrei o meu descontentamento e pedi coca-cola, e a partir dessa data nunca mais bebi vinho nesse restaurante.

É preciso que os “donos dos restaurantes” se tornem empresários hoteleiros, que saibam analisar o mercado, que saibam mudar a carta regularmente para terem sempre novidades e que acima de tudo sejam honestos nos preços, não sou radical como algumas pessoas que dizem que os restaurantes só deviam cobrar 10% de margem, pois nem abrir uma garrafa de vinho sabem. Pode ser que com a vulgarização do vinho a copo as coisas mudem, mas já me aconteceu num bar da moda, pagar por um copo de vinho o preço da garrafa. Assim não vamos lá.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Uma grande refeição!


Não somos "chefes" conhecidos!
Não somos gastrónomos conceituados!
Não somos famosos , por enquanto!


Mas gostamos de comer bem! Desta vez foi servido um empadão de carne, um prato simples que é cada vez mais esquecido nas ementas dos restaurantes "gourmet"!
Aqui foi servido acompanhado por uma salada mista e fez maridagem com um Quinta do Regueiro alvarinho 2009 e um Grand´Arte touriga nacional 2007...
Para sobremesa, alem de queijos e requeijões com compota, foi servido também um semi-frio com frutas que rematou com classe tão valorosa refeição.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A Taberna "chique" de Bonjardim


Já tinha tentado mais do que uma vez marcar mesa na Taberna do Bonjardim, mas sempre que ligava para lá, tinha sempre o azar de a sala estar sempre cheia.

Desta vez consegui marcar mesa, e lá fui eu para tentar descobrir o porquê da Taberna estar sempre cheia.

A Taberna do Bonjardim é um espaço com dois andares, onde no 1º andar encontramos um balcão corrido onde são servidos os petiscos durante a tarde, e um 2º andar onde existe uma sala de jantar.

O acesso á sala de jantar é feito por uma escada, onde a parede que a ladeia está totalmente forrada com caixas de vinho… uma excelente ideia decorativa.

A sala de jantar em si, é muito pequena e com mesas muito juntas e em cima umas das outras o que torna a refeição numa partilha com os vizinhos do lado e que provoca uma enorme falta de privacidade. Entendo que se queira maximizar o lucro, mas este restaurante ganharia mais, se as mesas fossem mais espaçadas.

Como “couvert” foi servido um prato com duas azeitonas e azeite para prova assim com um cesto de pão. Nada de relevante.

Como entrada, pedimos umas setas grelhadas… As setas foram servidas num tacho de barro, muito original, mas estavam sem sabor e algumas delas estavam duras. Uma pitada de sal e pimenta teriam dado um bocadinho mais de graça ao prato.

Para o jantar pedimos um esparguete com amêijoas que não passava disso! Era um esparguete cozido com amêijoas, alho francês e manjericão, vulgar!

Foi pedido também um lombo de porco bisaro com grelos e puré de castanhas que tinha um aspecto maravilhoso, mas que depois na boca roçava a vulgaridade.

Ambos os pratos não acrescentavam nada de novo no meu panorama gastronómico! Estava á espera de mais inovação, mais arrojo!

A sobremesa, manteve o mesmo nível de desilusão… um crumble de maçã com gelado de tangerina… nada de novo, ou melhor o gelado era óptimo!

A carta de vinhos é curta mas extremamente equilibrada, está cheia de coisas boas e a preços que podemos considerar acessíveis. Bebemos um “Fita preta 2007” que foi servido com a uma excelente temperatura e em copos adequados!

Pedimos café e a conta, pagamos 50,75€!

Irei voltar para beber um copo de espumante ao fim da tarde e para provar alguns dos petiscos que por lá vi…


Taberna do Bonjardim

Rua do Bonjardim 450

Porto

Casa Do Baixinho


Fui desafiado por um amigo a visitar novamente Paredes!
A minha ultima vez em Paredes foi um bocadinho desastrosa, pois na aldeia de Beire, terra afamada de negociantes de gado, o restaurante Galucho não foi uma experiência muito agradável.
Desta vez o destino era a Casa do Baixinho!
Quando cheguei ao local, deparei com uma casa em pedra totalmente restaurada e que agora estava convertida em local de divulgação gastronómica.
No interior deparei com uma sala rústica, decorada com algumas antiguidades e faianças salpicadas pelas paredes, tudo simples e com bom gosto!

Sentados na mesa, foi de imediato servido uma tigelinha com presunto e uma chouriça caseira acompanhada com pão e azeitonas, o presunto era vulgar, agora a chouriça e as azeitonas eram de elevada qualidade e sabor... coisas simples e de excelente qualidade.

De seguida e como de uma procissão se tratasse, apareceram mais umas pataniscas, uns rojões, espetadas de carne, moelas, costelinhas de porco com grelos, folhados de carne, feijoada e uma salada mista... tudo em pequenas quantidades para preparar o palato para o repasto.

Depois optamos por um bacalhau em massa folhada e molho bechamel, um prato diferente mas delicioso.
No decorrer do almoço ainda nos foi sugerido um naco de boi grelhado, mas apesar de todos sermos óptimos garfos, recusamos pois o mundo não vai acabar amanhã.

Para sobremesa optamos por um bolo de chocolate, normal! Mas a estrela da sobremesa foram
sem duvida umas natas acabadinhas de sair do forno... UMA DELICIA!
Carta de vinhos curta, mas equilibrada, com bons preços e com referencias vinicolas regionais.

Neste restaurante o preço é fixo, ou seja por 15€ temos direito ás entradas e a dois pratos!
os vinhos são pagos á parte. Não há desculpa para não visitar este restaurante!