quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
DIzTINTO 2010
Quando ouvi o plop da rolha a sair da garrafa e comecei a sentir todos os aromas que saíam da garrafa do Diztinto 2010, fiquei surpreso! Em breves momentos a sala ficou inundada de aromas a bosque e a campo.
No copo o Diztinto apresentou uma linda cor rubi, enquanto na boca o vinho sugeria-nos sabores a amoras ou framboesas.
A minha garrafa fez uma união de facto com um frango no churrasco, e que bem que eles se deram.
Um grande vinho produzido pela Fonte de Avis Sociedade Agrícola, Lda.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Quintas de Melgaço Vindima Tardia
Ando sempre a tentar provar vinhos novos, vinhos diferentes, vinhos audazes, vinhos que corajosamente tentam fugir á monotonia e avançam com um novo estilo de modernidade e originalidade.
O vinho de hoje é um vinho que acima de tudo prima pela originalidade.
O Quintas de Melgaço Vindima Tardia, é um vinho feito com uvas vindimadas em Dezembro, uvas que são atacadas por um fungo (Botrytis cinerea) que lhe dá uma podridão nobre.
No copo o vinho apresenta a cor de um raio de sol pela manhã, na boca encontramos sugestões a mel, frutos secos e algum ananás maduro. Uma acidez equilibrada e atraente.
Tem um final de boca longo e complexo.
Ideal para partilhar com alguém de quem se goste muito.
O vinho de hoje é um vinho que acima de tudo prima pela originalidade.
O Quintas de Melgaço Vindima Tardia, é um vinho feito com uvas vindimadas em Dezembro, uvas que são atacadas por um fungo (Botrytis cinerea) que lhe dá uma podridão nobre.
No copo o vinho apresenta a cor de um raio de sol pela manhã, na boca encontramos sugestões a mel, frutos secos e algum ananás maduro. Uma acidez equilibrada e atraente.
Tem um final de boca longo e complexo.
Ideal para partilhar com alguém de quem se goste muito.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Marta Casanova Friends Colection
Sempre gostei da enologia no feminino!
Ao longo dos meus tempos de enófilo sempre procurei vinhos
feitos por mulheres. Mulheres que abdicaram de uma vida laboral confortável,
para serem felizes no comando de uma adega, mulheres sem medo de partir uma
unha ou sujarem as mãos. Mulheres que ousaram fazer bem e melhor num mundo de
Homens.
Conheci o trabalho da Marta Casanova quando provei um
Brunheda vinhas velhas 2000, era um vinho impressionante, aromático, cheio de
cor, com sugestões de compota e ginja! Um grande vinho.
A partir desse dia nunca mais perdi de vista o trabalho
dela.
Desta vez Marta Casanova surpreendeu-me, e muito! Lançou um
vinho do Douro que é uma homenagem aos amigos, aos amigos que a ajudaram a
fazer a vindima e a vinificar o vinho e aos amigos de 4 patas que a acompanham
ao longo do dia-a-dia no Douro.
Ainda não tive a oportunidade de provar o vinho embora já
tenha a garrafa em cima da minha secretaria, mas tenho a certeza que este vinho
será The next big thing.
Para terminar acho que é importante lembrar que uma
percentagem da venda de este vinho reverte a favor de uma instituição de apoio aos animais abandonados.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Treinta Mil Maravedis
Confesso que quando me sugeriram este vinho eu não fazia a mínima ideia que Madrid tinha uma zona vinícola demarcada. Sempre olhei para Madrid como sendo uma cidade cosmopolita e nunca pensei que nas redondezas ainda existisse espaço para o cultivo da vinha.
Costumo dizer que em Espanha também se produzem grandes vinhos e a prova disso é este Treinta mil Maravedis que eu recentemente provei.
Um vinho feito a partir de uvas Garnacha (90%) Syrah (5%) e Morenillo (5%).
No nariz sente-se um forte aroma a frutas vermelhas, sugestões de cereja e morango.
Na boca o vinho é forte mas ao mesmo tempo delicado, um vinho guloso que dá imenso prazer beber.
Costumo dizer que em Espanha também se produzem grandes vinhos e a prova disso é este Treinta mil Maravedis que eu recentemente provei.
Um vinho feito a partir de uvas Garnacha (90%) Syrah (5%) e Morenillo (5%).
No nariz sente-se um forte aroma a frutas vermelhas, sugestões de cereja e morango.
Na boca o vinho é forte mas ao mesmo tempo delicado, um vinho guloso que dá imenso prazer beber.
domingo, 6 de outubro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
sábado, 31 de agosto de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A gastronomia elevada a arte!
Gostava de ser melhor fotografo para conseguir retratar as obras de arte produzidas pela minha ilustre amiga E.M..
Desta vez vou usar o termo fabuloso para descrever as sobremesas por ela criadas!
Da mesma forma que o Rei Midas transformava em ouro tudo aquilo que tocava, a E.M. transforma em sabor e arte tudo aquilo que cria.
Sou um privilegiado!
Desta vez vou usar o termo fabuloso para descrever as sobremesas por ela criadas!
Da mesma forma que o Rei Midas transformava em ouro tudo aquilo que tocava, a E.M. transforma em sabor e arte tudo aquilo que cria.
Sou um privilegiado!
quinta-feira, 4 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
ÉpráPoncha
Ontem e depois de um interregno de alguns meses, voltei a sair à noite!
Depois de um bom jantar no meu amigo Zé, decidi rumar á baixa do Porto para beber um copo. A baixa tem estado muito animada e nem mesmo a chuva que ontem caía não "escorraçou" nenhum dos habituais clientes das Galerias de Paris.
O bar escolhido foi um tal de "é pra poncha", um bar especializado como o próprio nome indica em bebidas típicas madeirenses, embora no cardápio conste uma poncha de whisky que me leva a crer que já será uma invenção do barman residente.
O espaço é bastante agradável, apesar de se poder fumar no interior!
As bebidas são agradáveis e custam em média 3,5€.
Este espaço só tem um pequeno problema, o DJ de ontem só passava música do tempo dos Filinstones, música totalmente desajustada, em certas alturas da noite pareceu-me estar no meio de uma festa da radio nostalgia ou da memória fm.
A faixa etária dos clientes pode estar acima dos 30 anos, mas os trintões também gostam de ouvir novidades musicais...Desisti de lá estar quando o Dj começou a passar a banda sonora do dirty dancing...vim embora, afinal não tinha cometido nenhum crime, só queria mesmo beber um copo e passar um bom bocado com os amigos.
Depois de um bom jantar no meu amigo Zé, decidi rumar á baixa do Porto para beber um copo. A baixa tem estado muito animada e nem mesmo a chuva que ontem caía não "escorraçou" nenhum dos habituais clientes das Galerias de Paris.
O bar escolhido foi um tal de "é pra poncha", um bar especializado como o próprio nome indica em bebidas típicas madeirenses, embora no cardápio conste uma poncha de whisky que me leva a crer que já será uma invenção do barman residente.
O espaço é bastante agradável, apesar de se poder fumar no interior!
As bebidas são agradáveis e custam em média 3,5€.
Este espaço só tem um pequeno problema, o DJ de ontem só passava música do tempo dos Filinstones, música totalmente desajustada, em certas alturas da noite pareceu-me estar no meio de uma festa da radio nostalgia ou da memória fm.
A faixa etária dos clientes pode estar acima dos 30 anos, mas os trintões também gostam de ouvir novidades musicais...Desisti de lá estar quando o Dj começou a passar a banda sonora do dirty dancing...vim embora, afinal não tinha cometido nenhum crime, só queria mesmo beber um copo e passar um bom bocado com os amigos.
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